Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Conferência: O Magistério, a Sagrada Escritura, a Tradição e a Subversão Protestante – FBMV

28/01/2012

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O MAGISTÉRIO, A SAGRADA ESCRITURA, A TRADIÇÃO E A SUBVERSÃO PROTESTANTE

O problema principal abordado aqui é o da regra de Fé, ou seja, o princípio segundo o qual são determinadas as verdades reveladas que devem ser cridas pelos fiéis…

Familia Beatae Mariae Virginis

Para ouvir: http://tradicaocatolicaes.blogspot.com/2012/01/conferencia-o-magisterio-sagrada.html

Provas do Testemunho de Jesus Cristo: V. O Cumprimento das Profecias – FBMV

10/01/2012

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O CUMPRIMENTO DAS PROFECIAS

Familia Beatae Mariae Virginis

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Provas do Testemunho de Jesus Cristo: IV. A Ressurreição – FBMV

10/01/2012

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A RESSURREIÇÃO

Familia Beatae Mariae Virginis

Para ouvir: http://tradicaocatolicaes.blogspot.com/2012/01/provas-do-testemunho-de-jesus-cristo-iv.html

Provas do Testemunho de Jesus Cristo: III. As Profecias – FBMV

10/01/2012

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AS PROFECIAS

Familia Beatae Mariae Virginis

Para ouvir: http://tradicaocatolicaes.blogspot.com/2012/01/provas-do-testemunho-de-jesus-cristo_10.html

Provas do Testemunho de Jesus Cristo: II. Os Milagres – FBMV

07/01/2012

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OS MILAGRES

Familia Beatae Mariae Virginis

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Provas do Testemunho de Jesus Cristo: I. A Transcendência de sua pessoa

05/01/2012

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A TRANSCENDÊNCIA DE SUA PESSOA

Familia Beatae Mariae Virginis

Para ouvir: http://tradicaocatolicaes.blogspot.com/2012/01/provas-do-testemunho-de-jesus-cristo.html

O testemunho de Jesus Cristo

27/12/2011

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O TESTEMUNHO DE JESUS CRISTO

Familia Beatae Mariae Virginis

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Comentários Eleison 221 – Teísmo dos ateus?

08/10/2011

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TEÍSMO DOS ATEUS?

ELEISON COMMENTS CCXXI (08 de outubro de 2011)

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Existe uma fascinante citação de um famoso compositor alemão, Johannes Brahms (1833-1899), que mostra como um homem pode não ter nenhuma fé religiosa, e ainda reconhecer que existe uma ordem objetiva. Esse reconhecimento é uma alavanca na realidade, e deu a Brahms acesso a muita beleza, anunciada na sua música. A crise de inúmeras almas modernas é que elas estão convencidas de que nada é objetivo. Elas estão presas dentro da sua própria subjetividade, que as leva a um cárcere vazio e a uma música suicida!

Em 1878 Brahms escreveu para um famoso violonista, o seu amigo Joseph Joachim (1831-1907), uma das suas mais encantadoras e amadas obras, o Concerto em D para violino. Quando ele escutou Joachim tocá-la, ele disse, “Hmm – sim…se podia tocá-la assim”. Em outras palavras, enquanto Brahms compunha o Concerto, ele a escutava no ouvido da sua mente tocada de tal e tal jeito, mas ele reconheceu que a maneira em algo diferente que alguém aplicou à sua composição também era legítima.

É claro que, sem dúvida, existem modos de executar o Concerto que Brahms não teria aceito, mas havendo um intérprete usado da sua composição para aproximar-se de modo distinto do mesmo objetivo de que o próprio Brahms se aproximara quando compunha, este não sentiu necessidade de insistir na sua própria maneira de executá-la. A meta objetiva importou mais que a interpretação subjetiva, e então se compondo ele houvesse permitido acesso de todos os tipos de intérpretes a esse objetivo, haveriam sido eles todos – dentro de certos limites – bem-vindos para tocar o Concerto ao seu gosto. Objeto acima do sujeito.

Em última instância significa: Deus acima do homem; contudo, Brahms não era crente. O compositor católico tcheco Antonin Dvorak (1841-1904), amigo e admirador de Brahms, disse uma vez a seu respeito, “Que grande homem! Tão grande alma! E ele não acredita em nada! Não acredita em nada!”. Brahms não era cristão – ele deliberadamente esvaziou o seu Requiem Alemão de toda a menção de Jesus Cristo. Tampouco admitia ser qualquer tipo de crente – ele disse que os textos da bíblia que usou no Requiem foram lá postos para expressão dos seus sentimentos e não para profissão de religião. Sujeito acima do objeto. E a essa descrença professa da parte de Brahms corresponde, pode-se sustentar, a falta de certa espontaneidade e alegria na sua música.

Mas quanta beleza outonal ela contém, e que ordem cuidadosamente elaborada! Essa arte e reflexo das belezas da Natureza, como no Concerto para Violino, traz à mente Nosso Senhor dizendo como há almas que O negam com palavras mas O honram com atos (Mt. XXI, 28-29). Hoje, quando quase todas as almas O negam com a palavra, há ainda muitas que de alguma forma ou outra honram, por exemplo pela música ou na Natureza, ao menos a ordem que Nosso Senhor instalou em todo o Seu universo. Tal crença não é de forma alguma ainda a fé católica, sem a qual não se pode salvar, mas é ao menos a mecha que fumega e que se não deve apagar (Mt. XII, 20).

Que todos os católicos agraciados com a plenitude da fé tenham discernimento em favor das almas à sua volta e que eles tenham compaixão das multidões que são afastadas de Deus por Seus inimigos, na música e em todos os domínios (Mc. VIII, 2).

Kyrie Eleison.

Comentários Eleison 220 – Décimo aniversário

01/10/2011

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DÉCIMO ANIVERSÁRIO

ELEISON COMMENTS CCXX (01 de outubro de 2011)

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O décimo aniversário do 11 de setembro veio e se foi em 11 de setembro, três semanas atrás. Parece que, na mídia dos EUA, houve tal chuva de sentimentalismo por razão do acontecimento, que, comparada a ela, as recentes chuvas torrenciais da costa oriental assemelham-se a chuvisco. No entanto, antes que se torne “anti-semita” levantar a questão, indaguemos apenas, com um comentarista americano de inteligência e integridade inquestionáveis, a realidade desse evento.

O comentarista é Dr. Paul Craig Roberts, o qual, há alguns meses, anunciou que se aposentava como escritor. Ele se desencorajou pela falta de leitores interessados na verdade. Felizmente, sua aposentadoria não durou muito. Ele é um arauto da verdade e há poucos deles por aí fora. “In America Respect for Truth is Dead” é o título do seu artigo, publicado a 12 de setembro no inforwars.com. Como ele sugere, a perda da verdade é o verdadeiro drama, tanto do 11 de setembro como dos dez anos que o sucederam, não só nos EUA mas em todo o mundo.

Dr. Roberts tem formação científica, e assim afirma estar totalmente convencido da evidência científica apresentada num encontro sobre o 11 de setembro, havido de 8 a 11 de setembro na Ryerson University, Toronto, Canadá. Nos quatro dias de palestras, notáveis cientistas, estudiosos, arquitetos e engenheiros apresentaram os resultados das suas pesquisas sobre os acontecimentos do 11 de setembro (suas descobertas podem ser vistas ainda em http://www.ustream.tv/channel/thetorontohearings). Dr. Roberts escreve que as pesquisas “provam que no edifício 7 do WTC ocorreu uma demolição controlada e que dispositivos incendiários e explosivos levaram abaixo as Torres Gêmeas. Não há nenhuma dúvida a respeito. Todos os que afirmem o contrário não têm fundamentos científicos. Os que acreditam na história oficial acreditam num milagre que desafia as leis da física.”

Dr. Roberts cita algumas das muitas provas científicas apresentadas no Canadá, como a recente descoberta de nano-termite na poeira que produziu a queda das torres; mas ele observa que “a revelação da malevolência é tão poderosa que a maioria dos leitores se vê desafiada em sua força emocional e mental”. A propaganda do governo e a “mídia presstituta” têm tanta força sobre as mentes que a maior parte das pessoas crê seriamente que somente “livros de conspiração” desafiam a versão do governo. Fatos, ciência e evidência não mais contam em nada (alguém que conheço tem incorrido nisso!). Dr. Roberts cita um professor de direito de Chicago e Harvard que propõe que se devem calar todos os que, com fundamento em fatos, duvidam da propaganda do governo.

G. K. Chesterton disse certa vez uma frase famosa, que quando as pessoas param de acreditar em Deus, em nada mais já acreditam, e então crêem em qualquer coisa. O mais grave dos milhões de perdedores da verdade do 11 de setembro são os católicos que não podem ou não querem ver a evidência de ser o 11 de setembro uma maquinação, os quais não podem ou não querem ver as verdadeiras dimensões religiosas do triunfo mundial da lavagem cerebral que o 11 de setembro representa. Tenham esses católicos cuidado. Pode parecer fantástico exagero dizer que eles correm o risco de perder a fé; entretanto, não temos exemplos terríveis do Vaticano II logo atrás de nós? Nos anos 60, não aconteceu que muitos católicos adquiriram visão tão simpática do mundo moderno que terminaram por pensar que a Igreja se lhe deveria adaptar? E o Vaticano II não foi o resultado? E o que este fez com a fé deles?

Kyrie Eleison.

Comentários Eleison 219 – Filmes de crise

25/09/2011

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FILMES DE CRISE

ELEISON COMMENTS CCXIX (24 de setembro de 2011)

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Dois filmes interessantes já apareceram sobre a chegada aos EUA da crise financeira e econômica que, desde 2008, vem ameaçando minar o modo de vida do ocidente. Ambos os filmes são bem feitos. Ambos são persuasivos. No entanto, num se diz que banqueiros são heróis, noutro que são vilões. Para a sociedade ocidental ter futuro, deve-se pensar nessa contradição.

O documentário Inside Job consiste numa série de entrevistas com banqueiros, políticos, economistas, empresários, jornalistas, acadêmicos, consultores financeiros etc. Mostra-se um quadro assustador de ganância e conluio em fraudes, no topo da sociedade americana, em todas essas áreas. Livre iniciativa foi a justificativa da desregulamentação dos anos 1980 e 1990, que deu aos magnatas tanto mais poder, a ponto de torná-los capazes de pôr sob o seu controle todos os políticos, jornalistas e acadêmicos de influência. Nisso, um processo de cruel pilhagem das classes média e trabalhadora ainda estáem curso. A ira das vítimas encaminha-se para uma explosão, mas, ao menos pelo momento, os magnatas não param de comer no seu precioso pote. “A ganância é boa. Faz o mundo girar”, dizem os banqueiros.

No segundo filme, Too Big to Fail, são representados os acontecimentos dramáticos do outono de 2008, o colapso do Lehman Brothers, grande banco de investimento de Nova Iorque. Mostra-se Hank Paulson, o então secretário do Tesouro dos EUA, tomando uma clássica decisão liberal: recusar uma garantia do governo, proposta para evitar a falência do Lehman Brothers. O resultado disso foi um grande choque na comunidade financeira global, com ameaça de colapso das finanças e comércio mundiais; e Paulson, com seus colegas do governo e com a ajuda de todos os principais banqueiros de Nova Iorque, tiveram de convencer o congresso americano a aprovar uma garantia, tirada dos contribuintes em favor dos grandes bancos, os quais em nenhuma hipótese podem falir. Ele venceu. O sistema foi salvo. O governo e os banqueiros foram os heróis do dia. Mais uma vez se provou que o capitalismo é a maravilha que sempre se soube – e graças a uma intervenção socialista!

Então, são os banqueiros heróis ou vilões? Resposta: heróis, no máximo a curto prazo, mas certamente vilões a longo prazo, porque não é preciso muito bom senso para perceber que toda a sociedade exige abnegação; nenhuma sociedade se constrói sobre a ganância, i. e., sobre o egoísmo. Em toda a sociedade, sempre haverá os que têm e os que não têm (cf. Jo. XII, 8). Os chefes da sociedade, que têm o dinheiro e o poder, devem cuidar muito das massas que não têm, para que não haja revolução e caos. É claro que os globalistas planejam o caos de hoje, para terem o poder mundial amanhã; mas, enquanto eles propõem, Deus dispõe.

Entrementes, os católicos e todos os que se preocupam com o futuro devem ver esses filmes e, em seguida, propor-se algumas perguntas difíceis sobre o capitalismo e a livre iniciativa. Como foi que, então, o capitalismo só se pôde salvar pelo socialismo? Será o Estado, então, tão ruim assim? Será o capitalismo tão bom? Como pode uma sociedade depender de homens gananciosos para sobreviver? Como adquiriu tal dependência? Há sinal de que alguém agora se faça essas perguntas? Ou é a adoração de todos a Mamona – chamemos as coisas pelo seu nome – que ocorre despercebida?

Após a Incarnação, nenhum sistema pode funcionar, a menos que Jesus Cristo, através de seus sacerdotes, absolva os homens de seus pecados. O capitalismo, nos séculos anteriores, só viveu por ter parasitado o catolicismo. E a atual exaustão do catolicismo indica a morte do capitalismo.

Kyrie Eleison.