Profecias, instituição e constante celebração do Santo Sacrifício da Missa

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2. PROFESSIAS, INSTITUIÇÃO E CONSTANTE CELEBRAÇÃO DO SANTO SACRIFÍCIO DA MISSA

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  • Como foi predito, já no Antigo Testamento, o santo sacrifício da Missa?

No Antigo Testamento, a santa Missa,

1) foi claramente prefigurada pelo sacrifício de Melquisedeque;

Como Melquisedeque ofereceu pão e vinho (Gênesis XIV, 18), assim também Cristo se oferece debaixo das espécies de pão e vinho, até o fim do mundo. Por isso também diz o Salmo 109 a respeito do Messias: “Jurou o Senhor, e não se arrependerá: Tu és sacerdote eternamente segundo a ordem de Melquisedeque”. – Também as oblações do Antigo Testamento eram figuras do santo sacrifício da Missa, porém, eram figuras menos perfeitas que o sacrifício de Melquisedeque.

2) foi expressamente profetizada pelo profeta Malaquias.

“O meu afeto não está em vós (judeus), diz o Senhor dos exércitos, nem eu aceitarei oferenda alguma da vossa mão. Porque desde o nascer do sol até ao poente, o meu nome é grande entre as nações, e em todo o lugar se sacrifica e se oferece ao meu nome uma oblação pura”. (Malaq. I, 10-11)

  • Quando Jesus Cristo instituiu o santo sacrifício da Missa?

Jesus Cristo instituiu o santo sacrifício da Missa na última ceia, onde Ele mesmo primeiro a ofereceu e depois disse aos Apóstolos: “Fazei isto em memória de Mim”.

  • Como provamos que desde os Apóstolos se celebrou sempre o santo sacrifício da Missa?

Provamos que desde os Apóstolos sempre se celebrou o santo sacrifício da Missa:

1) Pelas palavras de S. Paulo: “Nós (os cristãos) temos um altar, do qual os (sacerdotes judeus) que servem ao tabernáculo não têm faculdade de comer”. (Hebr. XIII, 10)

2) Pelos testemunhos inegáveis dos Santos Padres, pelas decisões dos Concílios, pelas antigas orações da Missa e por outros monumentos da Igreja oriental e ocidental.

“Quando Cristo disse: Isto é o meu corpo, etc., ensinou Ele o sacrifício do Novo Testamento que a Igreja recebeu dos Apóstolos e agora oferece a Deus, no mundo inteiro”. (Sto. Inineu, +202)

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